A Lei da Polaridade
O certo e o errado não são absolutos. Não existe amor absoluto e ódio absoluto. Ambos são meros termos aplicados a dois extremos que diferem em grau.
Esta lei explica-nos que a maneira como interpretamos os nossos pensamentos e emoções, é, de facto, apenas uma forma de interpretação. A nossa atitude mental vai ao encontro daquilo que nós experienciamos.
Este princípio aplica-se através da observação natural das coisas. Todas as coisas têm dois lados, dois aspetos que diferem em grau, mas que pertencem à mesma identidade.
“Polos opostos atraem-se mutuamente. É no equilíbrio que nasce a origem de todas as coisas.”
O nosso método de interação permite-nos analisar e dar sentido a algo. O sentido que damos a algo apenas está relacionado com a nossa perceção, sendo que esta dá origem à nossa verdade.
Cabe-nos a nós decidir como reagir ou como interpretar acontecimentos que têm origem nas nossas vidas. A nossa interpretação vai definir a forma como experienciamos um acontecimento.
A nossa atividade mental está em constante movimento. A nossa perceção vai ao encontro do que nós experienciamos, dando significado à realidade e aos acontecimentos que nos rodeiam.
Todas as alterações mentais ocorrem devido a uma alteração de perceção. A alteração dá-se apenas em grau e na nossa forma de interpretação. A alteração não se dá na natureza do objeto, não existe alteração na sua forma.
Somos capazes de controlar os pensamentos. Temos a capacidade de escolher o que sentir e o que pensar, e, consoante a nossa vontade, dominarmos os nossos pensamentos.
A soma dos nossos pensamentos vai igualar um pensamento predominante que vai dar origem a um estado de ser que vai atrair certas e determinadas experiências que vão dando sentido à nossa existência.
O nosso carácter vai refletir-se na nossa capacidade de aprender e pôr em prática o que aprendemos, para que possamos atrair circunstâncias benéficas ao nosso crescimento.
Devemos ter a atitude mental certa para que possamos atingir os nossos objetivos. Sentimentos de amor, força, coragem, fé, empatia e paciência são sinônimos de saúde e uma vida digna de abundância.
Indução mental
A indução mental refere-se à alteração de um estado mental feito por interferência nossa ou de outra pessoa, sendo que temos a capacidade de alterar o nosso estado mental, obtendo assim a polarização desejada.
Podemos ativar, reforçar e redirecionar padrões de pensamento de forma consciente e provocar mudanças internas através do conhecimento desta lei de forma a adquirirmos os estados mentais desejados, podendo também afetar a mente de outras pessoas.
Os objetivos da indução mental:
Criar novos padrões de pensamento.
A alteração da perceção a nível mental sugere que o pensamento e as emoções começam a ganhar uma nova forma, abrindo portas a novos padrões de pensamento e, assim, abrindo portas a novas possibilidades.
Aumentar o foco, a confiança e a clareza no propósito.
Quando começamos a converter pensamentos negativos em pensamentos positivos e focamos a nossa atenção num único objetivo ou propósito, aumentamos a nossa clareza de pensamento e a nossa capacidade de concentração.
Reforçar crenças capacitantes.
Com o aumento do foco e na clareza do pensamento, as nossas capacidades e o nosso poder de concentração tendem a aumentar.
Os benefícios de aplicar a indução mental:
Aumento da Vibração emocional.
A Substituição de crenças limitantes por pensamentos mais alinhados com os objetivos desejados transformam pensamentos negativos em pensamentos positivos.
Maior foco e clareza na intenção.
Aplicar a indução mental ajuda a manter a mente focada no que queremos manifestar, evitando distrações e reforçando as nossas ideias no processo de manifestação.
Aceleração do processo de manifestação.
Ao alinharmos o nosso pensamento, criamos um campo energético mais coerente, que potencializa a materialização de metas e objetivos.
Conclusão
A lei da polaridade é um pilar fundamental no domínio da própria mente. Todo o estado mental negativo pode ser transformado em um estado mental positivo. Ao aprendermos a alternar ou a transmutar a nossa própria consciência para o que desejamos experienciar na nossa vida quotidiana, ganhamos um maior controlo sob as nossas vidas.
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